quinta-feira, 28 de julho de 2016

Cookies com cereais e ideias fofas de embalagens


Fiz esses cookies esta semana, e como ficaram uma delícia, queria compartilhar a receitinha com vocês: 
1 xícara de cereal matinal ou granola (usei o Zooreta grãos integrais que ganhamos da Mãe Terra) 
1 xícara de açúcar (usei metade mascavo, metade demerara) 
½ colher de chá de bicarbonato de sódio 
1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo (usei meia branca e meia integral) 
4 colheres (sopa) de manteiga derretida 
1 ovo batido
Misture os ingredientes numa tigela (fica uma massa bem pastosa), faça bolinhas, prense com a mão e distribua numa forma untada. Deixe um espaço grande em volta deles porque vão crescer. Asse por 15min em forno pré-aquecido. 

Nessa empreitada dos cookies, também resolvi pesquisar possíveis embalagens para presentear (não é uma boa ideia para o dia dos professores?), e encontrei estas opções que achei muito fofas: 

No saquinho de pipoca (esse estampado é muito lindo) + furinho com furador e lacinho (daqui) Ou até mesmo no saquinho plástico com adesivo colorido (daqui)

Apenas embrulhado no papel colorido e fechado com washi tape (daqui). Ou no saquinho pardo usando um palito com deco tape para fechar (eu me inspirei nessa para embalar os meus, ideia daqui)

E esse foi a que mais gostei! Lembram daquelas embalagens de cd? (daqui)
Abraço!

terça-feira, 26 de julho de 2016

DIY Marcadores de livros divertidos


1. Marcador Menino pendurado na corda

Tirei uma foto dele com os braços para cima numa parede clara, depois disso tirei o fundo da foto com um editor de fotos.  Nós imprimimos em papel fotográfico, mas também dá pra imprimir em papel normal e depois cobrir com papel contact transparente para ficar mais firme e resistente. Recortamos em volta dele, deixando uma pequena borda branca e depois fizemos um furinho no meio de suas mãos e passamos um pedaço de fio de rami para imitar uma corda. A nossa foto ficou meio bizarra, mesmo assim gostamos do resultado divertido rs. Você também pode tirar uma foto do seu filho com os dois braços abertos, simulando que está pulando corda e depois passar o fio de rami ou barbante fazendo um furinho em cada “mão”, fica bem bacana!


2. Marcador língua 

Esse é muito simples: meu mais velho desenhou uma língua num papel color set vermelho e contornou com a canetinha. Recortamos e colamos um palito de madeira na parte de trás. Então o cobrimos todo com o papel contact transparente, cortando os excessos em volta. Ele parece um picolé rs, mas a ideia é colocar dentro do livro, deixando um pedaço para fora como se fosse um língua.
Abraço a todos!

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Lançadores de dardos (ideias de alvos e brincadeiras sem violência)

Como mãe eu nunca curti muito esses brinquedos que atiram e lembram armas, mas vai chegando os 8, 9 anos e eles acabam ficando fascinados pelos famosos lançadores de dardos. Então, acabaram ganhando, e cheguei a conclusão que o melhor a fazer é orientá-los a usar o brinquedo de um jeito esportivo, sem incitar a violência, e que embora esses dardos não machuquem, o alvo sempre deve ser uma coisa, e nunca uma pessoa. Nessas férias inventamos alguns alvos caseiros para os dardos, feitos com coisas que temos em casa, que eles podem brincar de acertar com ou sem o lançador:

1. Torre de copos plásticos: foi o mais fácil, e na maioria das vezes eles conseguiram derrubar todos os copos na terceira tentativa.


2. Bolinha na garrafa: colocamos uma bolinha de ping pong na boca de uma garrafa pet, colocamos feijão para dar peso, pois o objetivo é derrubar apenas a bolinha (depois recuperei o feijão claro hahaha). Esse não foi tão fácil, mas meu caçula acertou algumas vezes, se foi sorte ou mira boa ainda não sabemos rs.

3. Copos plásticos na parede: este alvo foi o mais difícil pois as vezes o dardo batia e não ficava lá dentro, mas deixamos na porta para treinarmos mais uns dias até acertarmos rs.
Abraço!

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Porque o youtube não pode ser a babá dos nossos filhos

Imagem: banco gratuito

Eu adoraria poder contar com o youtube como uma babá temporária! Porque sabe, mesmo ficando em casa com os meninos, estou bem longe de conseguir dedicar-lhes todo o meu tempo, preciso arrumar a casa, cuidar do blog, do curso de francês, de diversas coisas, enfim, é uma pena, mas infelizmente não posso confiar no youtube, e sabe por quê? Porque nele se encontra uma terra sem fronteiras. Já estava preocupada com o assunto há algum tempo, e na semana passada com a repercussão do vídeo de um youtuber mostrando o que as crianças podem encontrar assistindo vídeos de minecraft me preocupou mais ainda. Ele mostra até machininas (espécie de filminhos feitos através do jogo) onde personagens estupram e matam um a garota e seus namorado. Fiquei bem chocada! 
E mesmo não sabendo o real intuito do vídeo do garoto, se é ou não atacar outros colegas youtubers, ele levantou um tema importantíssimo que precisa sim ser discutido, e preocupa bastante a nós pais: como separar o material para crianças no youtube e ter a certeza que de estão diante de um conteúdo pertinente a suas idades?

Como vocês sabem, meus filhos (de 8 e 10 anos) são fãs de minecraft, e assistem muitos tutoriais no youtube (inclusive ontem estivemos em um evento do tema). Isso sempre me preocupou, e já ensinei aqui como ativar o modo de segurança do youtube para evitar o acesso a conteúdos impróprios, mas como eu já disse, ainda não é 100% seguro. O sistema considera como base de bloqueio: o título do vídeo, as palavras chaves, e as marcações de pessoas que assistiram e sinalizaram como "inadequado", porém nada pode realmente assegurar que conteúdo do vídeo não possa conter: linguagem imprópria, violência demasiada ou algo de teor sexual. De qualquer forma, aconselho que você o ative o modo restrito agora, se ele ainda não estiver ativado.
O alerta não vale apenas para os fãs de minecraft, há algum tempo vimos que os vídeos da porquinha Peppa Pig levavam a outras animações caseiras de muito mau gosto com conteúdo sexual, podendo atingir as crianças menores.

Então, o que nós mães e pais de crianças que assistem vídeos no youtube podemos fazer?

Uma saída é proibir o acesso, ou livre manuseio, principalmente se tratando de crianças muito pequenas.
No caso dos meus, eu acho que seria hipócrita de minha parte proibir o acesso neste momento da vida (não condeno pais que optem pela proibição, como eu disse cada caso é um, e cada pai/mãe tem suas convicções) E no caso de minecraft, acho uma pena privar-lhes de um jogo que, na minha opinião, é bem bacana e criativo, mas que é claro, serve como ferramenta para alguns indivíduos produzirem coisas deploráveis.

Então o que fazer?

Infelizmente, amigos pais e mães, vai sobrar mais trabalho pra gente! E ao invés de conseguirmos uma babá teremos ainda mais serviço, assistindo com eles e analisando quais canais são bacanas ou no mínimo aceitáveis para a idade deles.

Assisti também o vídeo onde o Paulo Afonso do canal RezendeEvil (um dos que meus filhos assistem) se defende das acusações feitas pelo garoto do vídeo que linkei acima. E embora eu simpatize com o Resende, e ache que realmente ele seja um dos que menos fala palavrões, não encontrei muita consistência em suas palavras. Ele disse que fazia a maioria de suas séries de minecrafts para crianças, e que tinha o direito de uma vez ou outra fazer uma direcionada para crianças maiores de 12. Penso que realmente ele tem esse direito, mas seria sensato, como youtuber reconhecido que é, que sinalizasse a classificação etária no título do vídeo.

E é exatamente aí que se encontra um dos grandes problemas do acesso ao youtube por crianças: ele não apresenta indicação classificação etária, dificultando ainda mais o controle parental.
A situação real é que vivemos um conflito de gerações e não sabemos ao certo como lidar com esse problema do excesso de informações que nossos filhos se deparam desde os primórdios da infância. Em alternativa a proibição, uma medida sensata seria diminuir e limitar o tempo de acesso das crianças ao youtube (de acordo com a idade, por exemplo), facilitanto um pouco mais o monitoramento por um adulto.

 O acesso livre e independente é como deixá-los brincarem sozinhos na rua, pode ser que nada de ruim lhes aconteça, mas estariam sim correndo riscos e expostos a vários tipos de perigo.

 Aconselho vocês leitores e amigos, que conversem com seus filhos e expliquem o motivo pelo qual eles não devem assistir conteúdos impróprios para a idade deles. Que sabemos que eles são inteligentes e compreendem bem as coisas, mas nos preocupamos porque suas mentes estão em formação, assim como seus corpos, e que o acesso a certos conteúdos podem prejudicá-los naquela idade. Sempre os deixando livres para perguntas e dúvidas. Queremos preservá-los ao máximo, mas no caso de os encontrarmos assistindo um vídeo que não achamos adequado, a conversa sem ataques ou coibição é sempre a melhor saída: “O que você está vendo?” “O que você pensa sobre o conteúdo deste vídeo?”

Depois da repercussão do vídeo acima, tive uma conversa bacana com meu filho de 10, apresentei minhas inquietudes, não apenas relacionadas a ele e ao irmão, mas também com crianças menores que estavam expostas a todos esses vídeos do youtube. Ele se demonstrou interessado e também preocupado, disse que acha que alguns vídeos apresentam mesmo muita violência, principalmente para crianças menores que ele, e que não se sentia bem quando os garotos de um canal falam palavrões em excesso, que prefere mudar para outro. A gente nunca sabe realmente se nossas conversas serão eficazes e evitarão deslizes, mas a gente tenta e ser verdadeiro com eles sempre ajuda.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Para brincar no quintal: catapulta + bolinha no cesto


Nessas férias estamos passando uns dias na casa da vovó e entre tantas coisas boas daqui, também aproveitamos para desfrutar de algo que não temos em casa, pois moramos em apartamento: um quintal. Essa era a hora de construir essa geringonça que o Thierry já me pedia há algum tempo,  uma catapulta. Utilizamos uma lata vazia de leite em pó, uma ripa de madeira sem farpas (você pode usar outro material que seja rígido e nesse formato), fita adesiva, um potinho plástico (usamos uma base de garrafa pet), bolinha de borracha e um cesto para pegar a bolinha.

Com a fita adesiva prenda a lata o centro da ripa de madeira e pouse a lata no chão. No lado de cima, numa das extremidades da tábua, prenda o potinho plástico para acomodar a bolinha. Improvisei uma "mochila cesto" amarrando um cadarço no cestinho de lixo vazado para capturar as bolinhas lançadas. Agora é pé na tábua e lançar as bolinhas para o outro tentar pegar.

Eles adoraram a brincadeira! Se dissesse pra vocês que eles acertaram a bolinha muitas vezes estaria mentindo, mas que eles se divertiram muito isso tenho certeza rs.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Por que fotos de mães felizes incomodam tanto?

Imagem: banco gratuito de imagens

Hoje em dia há um movimento grande nas redes sociais girando em torno do “precisamos acabar com o romantismo da maternidade”. “Parem de mostrar fotos felizes com os filhos pois não existe maternidade perfeita”... Mas gente, será mesmo que alguém ainda acha que existem mães perfeitas?

Será mesmo que aquela mãe que postou uma foto num momento feliz com os filhos no FB está querendo intrinsecamente jogar na nossa cara que a maternidade dela é perfeita e a nossa não? Amiga, se você ainda acredita que uma foto no FB define toda uma vida da pessoa, peço por favor que desconstrua isto (sempre quis escrever “descontrua isto” rs) 

Lembro-me da repercussão que o tal “desafio da maternidade” (que convenhamos era uma coisa tão boba..) causou no Facebook porque, né? “Como assim aquelas mães conseguiram extrair momentos felizes da maternidade? Maternidade é um saco”... 

Eu não sou nem um pouco romântica, nem na maternidade, nem no meu relacionamento com meu esposo, muito menos na vida, sou mais do tipo aquariana prática (e um tiquinho debochada rs). Gosto de compartilhar momentos difíceis que passo com os meninos, e tento rir um pouco da desgraça porque sei que todo mundo passa coisas parecidas, compartilhando-as ou não. Também deixo claro que diversas vezes eu grito, me descontrolo, não sei como lidar com brigas e não encontro literatura que resolva. Entretanto, eu juro que não consigo entender essa nova onda de: “não podemos mostrar uma maternidade linda porque não é realidade”... Mas e se for? Devo abafar um momento feliz porque não estaria mostrando toda a realidade de uma vida? Afinal, todos sabem que as redes sociais são um álbum de vida editado, como aquele seu antigo álbum físico de criança, ele também não contém as dificuldades que seus enfrentaram para te criar e educar, não é mesmo? 

É bem verdade que saber que uma mãe também passa por momentos difíceis, exaustivos, insuportáveis, pode apoiar uma mãe que também está enfrentando os mesmos problemas com os filhos. Exatamente por isso procuro compartilhar situações que passo, e acabo expondo um pouco a vida dos meus filhos. Mas você pode ter certeza que aquela mãe da fotinho feliz também enfrenta as mesmas dificuldades que você, ou quem sabe outras. E nem sempre ela quer esconder isto, ou jogar na sua cara “olha como eu lacro na maternidade”. 

 E outro ponto, não seria um tanto egoísta querermos que as pessoas enxerguem a maternidade da mesma forma que enxergamos? Por exemplo, tenho uma amiga que também é mãe, e pude acompanhá-la em algumas situações com o filho em que pensei: “Caramba, como é que ela não tá reclamando, gritando, virando a mesa diante disso? Se isso parece o mais óbvio pra mim... Acreditem, existem sim pessoas assim, e elas não estão encenando... E que eu posso fazer? Odiá-la porque ela é insuportavelmente otimista e equilibrada? Desmascará-la? Arrancar com os dentes essa mania de ver os problemas de uma forma mais simples? Ou ao invés disto, tentar captar um pouquinho dessa habilidade ou essência? (embora eu nunca consiga rs) 

Tudo isso não significa que não exista gente falsa e soberba nas redes sociais, claro que estão por toda parte! Mas o que eu quero evidenciar é que o retrato da felicidade alheia nem sempre está querendo dizer que a sua vida é uma porcaria. E que grama do vizinho pode parecer mais verde porque ele não fica o tempo todo reclamando do tom que ela apresenta naquele momento, então vamos parar de nos odiar a toa que esse tipo de energia não é boa pra ninguém. 

Enfim, revoltar-se contra “mãezinhas fofas” é um gasto de energia desnecessário logo que todas têm suas dificuldades, suas falhas, seus problemas com os filhos, postando fotinhas e depoimentos felizes ou não. Para mim, maternidade é isto: uma hora no paraíso, uma hora no caos, em variáveis proporções diárias, sempre neste ciclo. E para você pode ser diferente! Deixo-te então à vontade para exercê-la como quiser, e mostrá-la como quiser também.

PS: Escrevi esse texto há algum tempo e hesitei em postar, então esse post da minha amiga Lelê me encorajou!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

DIY Cachepô de tecido com transfer (Darth Vader)

Fiz esse cachepô temático para presentear um amigo que é fã de Star Wars e queria compartilhar o passo a passo com vocês. Como eu já disse aqui em outro post, há diversas maneiras de se improvisar um cachepô e o resultado fica ainda melhor (e mais personalizado) do que alguns que você encontra para comprar e completar o seu presente. Veja como é simples fazer esse em tecido (que nada mais é do que um saquinho simples) e transfer. 

Para um vasinho médio (tamanho daqueles padrões de violetas), corte 24x18cm de sarja branca ou clara (Fig1). Como opção, costurei uma bainha de sarja preta de 4x18cm em cada extremidade do retângulo branco (para combinar com o Darth Vader rs) Fig2. Dobre o retângulo ao meio (com as costuras da tira preta para dentro) e costure as laterais (Fig3). Corte os excessos com a tesoura picote ou passe um zig zag (Fig4)

Vire o saquinho do lado certo e agora você vai usar o transfer para decorar Fig5 (usei o transfer para impressora da Pimaco e imprimi uma imagem que encontrei na internet). Recorte o desenho do transfer e transfira a imagem no tecido passando o ferro por cerca de 20 segundos, com cuidado para não queimar o tecido). Retire o papel do transfer devagar (Fig6)
Agora vire as abinhas pretas para fora, e coloque um pratinho dentro do saquinho de tecido, utilizando-o como molde para formar o cachepô (Fig7). Dobre as abinhas triangulares para baixo então cole ou costure (Fig8). Está pronto o seu cachepô!

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...