quinta-feira, 25 de agosto de 2016

DIY Cactus de origami

Meu filho de 10 anos adora origamis, acho que é a coisa que ele mais curte fazer no tempo livre (além dos games rs) e vive procurando tutoriais diferentes no youtube. Então, já que eu adoro suculentas, encontrei dois tutoriais de origami de cactus, e lancei para ele o desafio de fazê-los! Ele gostou da ideia, e achei que o resultado ficou lindo, uma ideia boa para decorar e esses aí nem precisam de cuidados semanais rs

Para fazer você precisa de papéis de origami ou papéis dobradura em tons de verde. Ele fez os cactus de origami usando dois tutoriais diferentes (passo a passo do cactus 1 e passo a passo cactus 2). Depois de prontos, eu montei os vasinhos usando um vaso pequeno de cerâmica que tinha aqui em casa,  e duas xícaras de café. Preenchi com pedrinhas e usei palitos de dentes para fixar os cactos.

Seu filho(a) também gosta de dobraduras? Acho que é uma atividade bem bacana para fazer em família! Procure um tema que ele (a) curte e lance o desafio! Abraço!

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Mães da ficção, qual é sua preferida?

Depois que me tornei mãe, comecei a reparar muito mais nas figuras maternas retratadas na ficção, ás vezes mais próximas da realidade, outras nem tanto. E hoje reuni algumas dessas mães das séries e desenhos, que possuem personalidades interessantes e curiosas, e de alguma forma nos permitem certa identificação, não com a vida em si, mas com uma atitudezinha ou outra, sobretudo considerando que o ponto em comum é que todas amam muito seus filhos:

Marge Simpson: esposa fiel e dedicada e paciente. Tenta sempre por ordem na casa e repreender as atitudes sem noções do marido Homer. Mãe dedicada e amorosa, aceita o comportamento encrenqueiro do filho, e tenta equilibrá-lo através dos serviços comunitários.
  
  Frankie Heck (The Middle): Mãe de três, se desdobra para dar conta do trabalho como vendedora de carros, cuidar da casa e dos filhos (que mesmo grandinhos acabam a sobrecarregando com suas tarefas e obrigações, até ela dar um “chega pra lá”). A família é a coisa mais importante na vida de Frankie, que mesmo atrapalhada acaba sempre dando um jeitinho para resolver os conflitos e dilemas na rotina do seu lar (muito próxima da versão “mãe real”, ela também berra e dá umas “surtadas” quando os filhos brigam ou não colaboram com as tarefas da casa) Adoro a Frankie!!!

  Nicole Watterson; mãe do Gumball, Do Darwin e da Anais, ela é uma mãe preocupada com a família e de tudo para demonstrar seu amor por eles. No desenho o Fantástico mundo de Gumball, é retratada como uma super mãe com poderes fantásticos como: mega força, super velocidade, agilidade, e olhar materno poderoso, faz o impossível para ajudar seus filhos quando estão em perigo. Constantemente fica nervosa e perde a paciência diante de atitudes controversas dos filhos e do marido.

  Joyce Byers (Stranger Things): uma mãe separada que trabalha muito para sustentar seus filhos e cuidar da casa. Ela tenta dar conta de tudo mas acaba não conseguindo organizar seu tempo, e digamos que sua casa não seja assim sempre um “primor”. Porém ama os filhos e faz de tudo para ajudá-los, principalmente o caçula que desaparece na série fazendo com que Joyce mostre todo seu sofrimento e frustração, mas também sua força e coragem, quando vai além dos limites naturais para tentar encontrá-lo.

  Lorelai Gilmore (Gilmore Girls): foi mãe na adolescência e com a filha bebê partiu para uma cidade pequena começar e iniciar a vida nova e trabalhar numa pousada. Batalhou muito para criá-la sozinha, conseguiu crescer e conquista sua própria pousada. Tem uma relação de amizade com a filha adolescente, admira muito sua inteligência, não só intelectual como emocional, logo que consegue ter uma relação saudável com os avós, algo que ela como filha sempre teve dificuldades. Lorelai é viciada em café e tem hábitos alimentares duvidosos (ama uma junk food), fala rápido, é divertida, atrapalhada e engraçada. Como não amar?

  Dá ou não dá pra se identificar um tiquinho com cada uma delas? Qual é sua preferida?  Se você também se lembrou de alguma outra mãe interessante da ficção, conta aqui pra gente!

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

5 experimentos científicos para fazer com as crianças (aproveitando ingredientes que você já tem em casa)

Quer fazer nossos experimentos divertidos com as crianças, mas acha que precisa se planejar antes para encontrar os reagentes? Hoje reuni 5 experimentos que já fizemos aqui no blog e que vocês podem fazer neste fim de semana, usando ingredientes que certamente vocês já tem em casa, olhem só:

1. O Mini tornado além de só precisar de água, detergente e vinagre (o corante é opcional), é um experimento curioso e que também não faz muita lambança e vocês ainda ficam com um brinquedinho anti-stress por quanto tempo quiserem. 


2. O experimento com leite,detergente e corantes é um dos mais lindos que já fizemos e as crianças ficam encantadas com os lindos desenhos!

3. A pasta de dentes de elefante é nosso experimento preferido e você só vai precisar de água oxigenada, fermento e detergente!

4. Pra onde fica o norte? Vocês vão descobrir fazendo uma bússola caseira com uma rola, agulha, água e um ímã.

5. E como encher a bexiga sem assoprar? Com vinagre, bicarbonato e água, as crianças vão se admirar com essa reação.
Abraço a todos e bom divertimento!

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Como exercitar a empatia

Imagem:banco gratuito

“O mundo precisa de mais empatia” As pessoas estão repetindo bastante essa frase nas redes sociais e na vida, e elas estão certas. Mas afinal, como podemos exercitá-la?

Não sou psicóloga, nem coach, mas estava caminhando num parque perto de casa pela manhã quando comecei a refletir sobre esse assunto, observando todas aquelas pessoas que andavam e corriam por ali todos os dias e concluí: eu poderia ser amiga de todas elas. Parece uma constatação um tanto quando ingênua e “poliânica”, mas lembre-se, por exemplo, da primeira vez que você chegou num trabalho novo, ou em outro local onde não conhecesse as pessoas do grupo. A princípio você já vai esboçando uma imagem de como cada uma delas seria, segundo suas apresentações ou demonstrações de caráter mais expressivas, em seguida, parte para a “seleção” mental dos possíveis indivíduos com os quais você poderia desenvolver uma amizade. Alguns meses depois, você já está com suas relações de amizade próximas estabelecidas, mas também convive bem com outras pessoas, as quais você trata com educação, as quais você se preocupa e se solidariza, pessoas que certamente você cumprimenta ao encontrar no supermercado, e de uma forma geral, conhece um pouquinho da história delas e preza um tiquinho pelo seu bem.

Olho para aquela senhora que caminha com sua filha no parque, e penso que embora ela aparente ser uma pessoa difícil e teimosa, se fossemos vizinhas, ela faria um bolo de fubá numa tarde, e eu elogiaria o aroma quando a encontrasse no elevador. No dia seguinte, ela me traria um pedaço de bolo, e eu retribuiria na semana seguinte com um pedaço do meu bolo de cenoura (minha especialidade rs). E aquele senhorzinho que com uma condição física admirável corre com leveza, e sempre que encontra um penduricalho que ornamenta uma das árvores do parque dá um saltinho e bate a mão para acertá-la? Ah, como eu poderia ser amiga dele...
Empatia no dicionário é “colocar-se no lugar do outro” Mas sabe, para exercitá-la você não precisa nem mesmo se colocar, você pode apenas imaginar um pouquinho da vida do outro. Imagine aquele bolo de fubá que essa pessoa faria, ou aquele seriado que ela também assiste no netflix... Porque somos seres falhos, e tendemos sempre a dar uma “julgadinha” camuflada de análise quando conhecemos uma pessoa nova. E quando batemos o carro ou algum carro bate no nosso? Tendemos a olhar para a pessoa com desprezo, raiva e de cara culpabilizá-la pela catástrofe ocorrida. Agora imagina se você olha e percebe que bateu no carro num velho amigo seu? Não seria estranho se tudo fosse resolvido com gentilezas e até bom humor.

Mas o que todo esse papinho auto-ajuda tem a ver com a maternidade?

Tem tudo a ver, logo que, se queremos um mundo com mais empatia, temos que incentivar nossas crianças a sempre exercitá-la, pois embora elas sejam os seres que mais a pratiquem, sempre nos dando pistas de como agir com docura e sabedoria, um dia elas irão crescer, e passar a praticar ações e imitar as reações das pessoas que as rodeiam. Constatarmos que aquele menino que pegou sua pá na areia do parquinho, pode não ser o maior vilão do mundo, e sua mãe “omissa” que não reivindicou que devolvesse o objeto também pode não ser aquela bruxa egoísta.  Ela pode ser uma pessoa meio avoada, mas que na verdade é uma pessoa gentil e prestativa. Aff, Cynthia, pára com isso, ela deve ser uma pessoa insurportável sim, egoísta que pense que a única pessoa que existe no mundo é o filho dela!
Pode ser que ela seja mesmo! Porém, não temos nunca como saber isso de cara, e é exatamente esse tipo de perfil que estamos querendo eliminar do mundo. Porque essa mulher não tem empatia pelo outro, então a única coisa que podemos fazer por ela é impactá-la com uma reação positiva de nossa parte. 

É claro que você deve estar pensando que eu faço tudo isso, não julgo ninguém, tenho empatia por todos os seres do universo, e que escrevi tudo isso como se fosse a pessoa de alma mais pura do mundo. Preciso decepcionar vocês (ou não), e dizer que estou bem longe disto, caminhando em passos vagarosos... E caminhando também no parque, que por sinal nos faz refletir muito sobre a vida.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

DIY Bolinha anti-stress Pokebola (e outras ideias bacanas)

 Faz tempo que queria fazer com os meninos uma dessas bolinhas anti-stress com farinha, e então pensei: por que não fazer uma com o tema mais falado do momento rs?
Para fazer a Pokebola anti-stress você precisa de farinha de trigo (umas 4 a 5 colheres de sopa), uma garrafinha (usei uma tipo squeeze e tirei a válvula), bexigas nas cores vermelha e branca, caneta permanente preta.

Coloque a farinha na garrafinha e encha a bexiga um pouquinho segurando o bico. Coloque a bexiga no bico da garrafa e transfira a farinha como na Foto 1. Amarre a bexiga, corte o excesso (2). Corte outra bexiga branca e use para “encapar” a bolinha, cobrindo a parte do nó. Se precisar repita mais uma vez essa etapa, com outra bexiga branca cortada (3). Depois corte uma bexiga vermelha mais ou menos na metade. Encape a bolinha de modo que ela fique metade branca e metade vermelha (4). Use uma moeda de 5 centavos para fazer um círculo com o centro na metade das duas cores (5). Faça então um corte na parte vermelha retirando o meio círculo. Nessa parte você vai precisar usar uma cola para assentar as pontas da parte vermelha (6).  Então, é só contornar com a caneta preta e está pronta! (7)
Confesso para vocês que nossa bolinha não ficou perfeita, achei que ficou muito pequena (usei bexiga tamanho 7), e o acabamento não ficou lá essas coisas, mas os meninos aqui curtiram.

Queria compartilhar essas outras ideias bem bacanas que encontrei de DIYs diversos de bolinhas anti-stress, olhem só que fofas:



Bolinha anti-stress ninja 1 e 2

 Bolinha anti-stress Emoji
Abraço a todos!

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Mãe ou amiga? (dicas para aumentar a confiança dos filhos nos pais)


Com a chegada da pré-adolescência, as crianças vão apresentando pequenas mudanças de comportamento, se preparando para o período em que irão consolidar suas personalidades. Com tudo isso, eles passam a desejar uma coisa que nós mães tememos, e nunca sabemos ao certo a medida exata que devemos lhes oferecer: a privacidade. Querem fazer coisas sozinhos, guardar segredos, tomar suas próprias decisões e atitudes sem nos consultar (contei anteriormente como essa fase de pré-adolescência não têm sido muito fácil por aqui...)
Hoje em dia, a relação pais e filhos evoluiu muito, e diante do mundo em que vivemos sabemos que é preciso conversar bastante, saber o que pensam, os pequenos ou grandes problemas estão vivendo, o que andam ouvindo, vendo, aprendendo e vivenciando fora de casa. Mas como conquistar a confiança deles para nos contarem sobre suas dúvidas e conflitos?

 Bem, isso não é assim tão simples se pensarmos que eles costumam nos enxergar como aqueles que sempre vão contestar suas atitudes (mesmo que isso não aconteça de fato). E entendo que seja complicado para eles consolidar essa relação mãe/amiga ou pai/amigo, logo que às vezes lhes exigimos uma obediência que os coloca na condição de subordinados. Quem nunca soltou aquela frase: “Você não pode falar comigo como fala com seus coleguinhas, porque eu sou sua mãe e você tem que me respeitar”. Eu mesma me sirvo desta frase diversas vezes, e depois me questiono o quanto ela parece opressora e incoerente. Pois devemos ensinar sim o respeito a pai e mãe, e aos mais velhos, integrado aos princípios básicos de educação, assim como instruí-los a tratar os colegas com gentileza. Porém, precisamos tratá-los com gentileza também para que possam utilizar a referência para consolidar as instruções.

Então como fazer com que eles confiem nos pais para contar tudo o que contariam para um amigo ou não contariam para ninguém?

Como sempre digo, cada caso é um caso, e não acredito muito em receitas e manuais, mas gostaria de compartilhar com vocês algumas dicas que comecei a praticar por aqui, para aumentar a confiança deles em mim e no pai:

Se aproxime dos amigos deles: chame-os para sua casa, convide-o para programas com a família, e procure saber o que pensam, quais os interesses deles, e isso vai te ajudar a direcionar as conversas com seu filho. (tá, na verdade eu estou propondo aquele lance da “tia legal”).
Façam coisas juntos: conforme a criança vai crescendo, vai ficando mais fácil encontrar um hobbie ou uma atividade de lazer que seja de interesse comum com os pais. Pokémon Go tem nos ajudado nesse quesito por aqui, mas ainda estamos combinando os horários para não atrapalhar na rotina e tarefas dos dois.
Critique o comportamento incorreto, e não a criança: devemos prestar sempre atenção na hora da bronca para não rotularmos. Por exemplo: “Fiquei decepcionada com este seu comportamento” ao invés de “você é assim, você sempre faz isso..."


É importante deixarmos claro que nós pais queremos ser seus amigos e queremos que nos contem tudo, porque somos as pessoas que mais os amam, e precisamos estar cientes dos acontecimentos para sabermos como guiarmos da melhor forma.  
Porém, nossa amizade e companheirismo devem caminhar em paralelo com seus deveres, obrigações, e cumprimentos às regras da casa. Eles precisam sempre nos respeitar como nós os respeitamos, lembrando que o bom exemplo é mais eficiente do que qualquer argumento.  A partir disto, fica mais fácil alcançar esse status que tanto desejamos: ser mãe e amiga (e pai e amigo também).

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Pokémon GO: o lado bacana que vi como mãe + dicas de segurança para as crianças

Para quem quiser tem DIY da touca pokémon e da fantasia Ash Ketchum

Instalei Pokémon Go no meu celular na quarta a noite, e preciso contar para vocês que estou gostando, não apenas do jogo em si, mas tudo que ele tem trazido para o convívio aqui em casa. Reparem nos pontos positivos que encontrei:
 Maior interação e diversão com meus filhos: como eles não têm celular, jogam no meu, e como não entendo nada do jogo, eles acabam meio que tomando conta (esse apreço deles pelo meu celular está me deixando um pouco tensa, mas tudo rs...) querem me mostrar como se joga e me ensinar quais pokémons são mais fortes, quais precisamos capturar em menor número para evoluir, etc... 
Agora os pré-adolescentes querem sair de casa: já comentei com vocês que meus meninos andam bem anti-sociais (principalmente o de 10 anos) e nada empolgados para os passeios em família, porém agora está me parecendo que o cenário está mudando: Mãe, você não precisa ir ao supermercado hoje? Porque lá podem ter pokémons para caçarmos. Eles odeiam me acompanhar no supermercado e só por esse motivo já estou amando demais Pokémon Go rs
Pausa no Minecraft: eu curto minecraft, mas preciso confessar que estava cansada de ouvirem eles só falarem disso. Além do mais, Pokémon Go é para ser jogado ao ar livre, acho isso bem bacana.

 Porém é claro, existe o lado perigoso! 
Justamente pela caça ser feita na rua, não só as crianças, mas também os adultos precisam tomar cuidado com os riscos de assalto, roubo e também de acidentes causados pela distração dos jogadores, que mantém os olhos vidrados no celular. No caso dos meus filhos (de 8 e 10 anos), eles devem estar sempre acompanhados durante a caça dos pokémons (principalmente porque por enquanto será sempre no meu celular ou no do pai rs) 
Mas no caso dos adolescentes ou de crianças maiores que já saem desacompanhadas dos pais, algumas medidas de segurança são fundamentais. O engenheiro de segurança da Norton divulgou algumas dicas bacanas para os pais orientarem seus filhos a respeito do jogo Pokémon Go, e achei bacana compartilhar com vocês: 

Cuidado com estranhos: criminosos podem se aproveitar da interação com jogadores em ginásios ou pokestops para abordarem suas vítimas. Caso seu filho seja maior e já saia sem a companhia dos pais, oriente-o a ficar sempre em grupos de amigos. E neste caso, você também pode usar um aplicativo para monitorar sua localização. 
Estabeleça limites de locais para explorar, e que não se dirijam sozinhas a lugares muito afastados. Cuidado com o“lure” de outros  estes itens são usados para atrair pokémons nos pokétops, fazendo com que todos os usuários próximos aproveitem o recurso, e isto pode servir como isca para criminosos. Oriente seu filho a definir um local seguro para brincar tranquilamente (por exemplo um shopping) 
Cuidado com as compras dentro do app Pokémon Go: para o sistema IOS você pode ativar uma opção de controle parental que alerta alguém da família se o jogador tentar comprar algo e te pedirá permissão. Para o Google Play, você pode ativar uma opção de autenticação de compra. 

Outro perigo é o vício! O tempo de uso do jogo pela criança deve ser o mesmo estipulado para outros jogos eletrônicos. A criança e o adolescente devem saber que a rotina e o tempo dedicado aos estudos nunca deve ser alterado, e o tempo para caçar pokémons deve ser enquadrado no horário de entretenimento.

Para os adultos: jamais dirija jogando Pokémon Go ou qualquer outro jogo, pois o perigo de causar um acidente é muito grande!

Penso que tudo na vida tem dois lados, e o resultado vai sempre depender de como a ferramenta é utilizada
 É isso, gente! Eu to curtindo essa nova moda e vamos ver quanto tempo vai durar! Ficando sempre atentos a essas pequenas medidas de segurança, podemos deixar a criançada jogar, brincar, e nós aproveitamos para nos divertirmos com eles também!

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