quinta-feira, 23 de junho de 2016

Dica de lazer com crianças: um resort lindo para uma aventura em família

Neste último fim de semana tivemos a oportunidade de passar um fim de semana maravilhoso no Santa Clara Eco Resort. Já admirava as belas fotos que via de lá, mas preciso contar que minhas expectativas ainda foram superadas porque realmente o local é realmente muito lindo! 
As crianças passaram a maioria do tempo com os monitores participando das diversas atividades e brincadeiras criativas propostas por eles. As crianças são divididas em clubinhos por faixa etárias a partir dos 3 anos e vai até os 17 (tinham muitos teens também se divertindo por lá). 

Os monitores também acompanham os adultos nas diversas atividades diárias cuja programação é exibida desde a noite anterior, tanto as atividades inclusas no pacote do hotel, quanto as extras, cujos preços estão exibidos no local de inscrição. Nós nos aventuramos na megatirolesa, fizemos a trilha até a cachoeira, arco e flecha, e marido também fez o rapel de cachoeira (preciso confessar que eu amarelei na hora rs, mas é muito seguro e ele adorou!), e claro, também desfrutamos bastante das piscinas e do ambiente em volta do bar. Ainda restaram outras atividades bacanas que não tivemos tempo de fazer, e certamente queremos participar numa futura volta ao hotel.
Família toda na megatirolesa e trilha da cachoeira, marido no rapel e eu no arco e flecha.

A noite no Santa Clara também é um destaque, pois os monitores do hotel são realmente muito bons nesse lance de entretenimento. Na sexta à noite participamos de uma festa junina no pub, com quitutes juninos, barraquinhas de jogos com prendas para as crianças, corrida de saco, e participamos inclusive de uma divertida quadrilha. No sábado a noite, teve um evento “Qual é a música?” que foi hilário! Sério, nós nos divertimos muito pois o pessoal é muito engraçado.
Meninos na cavalgada e eu e Tjierry na festa junina do hotel.

A gastronomia é ótima, o hotel trabalha com pensão completa com café da manhã, almoço, café da tarde e janta num Buffet bem variado (destaque especial para o churros com calda de doce de leite na sobremesa). O hotel oferece diversas opções de acomodação. Nós ficamos no apto superior varanda que é muito amplo e confortável.
Um pouquinho do buffet no café da manhã, minha escolha na janta (massa com molho preparado na hora a minha escolha), e a sobremesa que mais gostei, churros com calda quente de doce de leite.

Dentro do hotel há o SPA L’Occitane, onde tive o prazer de desfrutar de uma massagem relaxante espetacular. Há diversas opções de massagens e também serviços de cabelo e manicure. Quem adquire qualquer um dos serviços no Spa pode desfrutar de todos os espaços do local até o fim do dia (jacuzzi, piscina interna aquecida, área de chás, etc...). E para quem adora L’Occitane como eu, os amenities do hotel são todos da marca.
Nosso quarto e eu em frente ao Spa L'Occitane

As piscinas do hotel são fantásticas, sendo uma coberta e aquecida, uma climatizada, uma climatizada com praia artificial e rio, uma climatizada com toboágua (que é muito bonita!). e outra com água mineral corrente), também tem um lago com tirolesa, e todo um grande espaço de lazer em meio a uma área verde linda.
Um pouquinho das piscinas

Bom gente, posso dizer que esse Resort é certamente um lugar sensacional para ir com sua família. Se você tiver filhos maiores de 5 anos então, eles irão ficar praticamente todo o tempo com os monitores, e você pode aproveitar muito as atividades com seu cônjuge. Quem quiser mais informações sobre o hotel, as atividades e pacotes podem entrar no site do Santa Clara Eco Resort, que tem bastante informação.
Todos em casa adoraram e na volta os meninos entraram no carro bem tristes já nos questionando quando iríamos voltar. 

* Dica Fala, mãe!: se você for fazer as atividades de aventura leve um tênis velho e um reserva porque vai molhar e sujar durante as atividades.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

10 anos de maternidade: o que muda?

Em 20 junho de 2006 nascia um pequeno torcedor franco-brasileiro, 
     considerado por todos de sua família o joelhinho mais lindo do mundo!

Há exatamente 10 anos, nascia meu primogênito Thierry! Era um bebê tão lindo daqueles que a gente olha e fica se perguntando “como conseguimos fazer essa coisinha tão perfeita?” (Tá, eu sei que toda mãe acha isso rs...) 

Era época de copa do mundo, e logo nos seus primeiros dias de vida seu nome já causou polêmica entre os conhecidos: “Mas ele tem o nome do jogador que tirou o Brasil da copa?” Até então, eu nem conhecia o tal jogador, e o nome já estava escolhido faz tempo, mas era inútil tentar explicar rs,  e até hoje ele ouve: Thierry? Igual aquele jogador, né? Mas o importante é que, embora ele não curta tanto futebol, ele adora o próprio nome!

Com um mês ele nos pregou um susto enorme com uma má formação congênita (estenose hipertrófica do piloro), que prolongou minhas angústias (e também do pai, claro!) durante uma semana até o diagnóstico. Foi um sofrimento tremendo entregar um bebê de 40 dias para o centro cirúrgico, meu leite secou, mas graças a Deus ele se recuperou muito rápido (o leite acabou voltando também), e hoje ele é uma criança perfeita e sadia. 

Mas vamos ao foco do post? O que mudou em 10 anos de maternidade: 

Confiança: essa claro se fortalece a cada ano na vida de uma mãe, e fugindo do convencional, eu gosto de ouvir opiniões alheias, principalmente agora nessa nova fase de pré-adolescência. Porém, procuro visualizar que cada um tem uma realidade diferente, e nas decisões tento prevalecer uma misturar de informação, experiências transmitidas, e sobretudo ele: o meu instinto. 

Cuidado: já é claro pra mim que uma mãe vai se preocupar com o filho para sempre, mas evidentemente, eles vão crescendo e a gente vai depositando mais confiança, deixando-os um pouco mais livres. Confesso que isso varia muito conforme a criança, e que aqui sempre tive tendência a confiar bastante no meu mais velho, que é muito centrado e responsável desde novinho. Esse ano ele vai sozinho para o seu primeiro acampamento de férias (meu coração deu uma acelerada ao escrever isso, mas consigo disfarçar na boa rs) 

Paciência: hum, essa muda sim! Mas o meu caso, infelizmente ela andou diminuindo... E como digo para as amigas com filhos pequenos, agora meu cansaço não é mais físico, eu durmo bem e tenho meus momentos tranquilos, porém há uma exaustão mental no dia a dia nessa relação com os filhos: as cobranças: “Já escovou os dentes?” “Vamos, senão vão perder a aula!”. Tem também as brigas entre os irmãos que não são nada meigas (tem coisa mais difícil do que ser mãe juíza? “mãe, foi ele, mãe olha ele!”), e também os infinitos questionamentos e conflitos porque eles estão crescendo e tendem a rebater tudo o que falamos, procurar deixas, contestar, argumentar... Santa paciência, Batman rs! 

Amor: esse não muda não, ou será que ele aumenta? Embora comecemos a enfrentar conflitos com aquele ser que até ontem era um bebê meigo, e hoje começa a ter suas próprias ideias e personalidades (que geralmente são bem diferentes das nossas), o fato de estar criando, educando e participando da formação de um novo ser humano é fantástica, a gente admira tanta coisa neles, tantos atributos que eles desenvolvem e a gente pensa: Uauuu, ele é demais! E mentalmente agradecemos constantemente a dádiva de tê-los conosco! As afinidades sempre aparecem e vamos fazendo de tudo para preservá-las com um tesouro, e nos encantamos quando além da relação de amor e cuidado de mãe, começa a brotar também uma relação de amizade e cumplicidade

Não deixarei de encerrar com um velho clichezinho: como passou voando! E dizer que me sinto muito grata por ter aprendido tanto sobre ser mãe, nesses 10 anos, com um carinha tão especial, cheio de atributos e defeitos também (como eu, e como todos). Por outro lado, meu caçula, por exemplo, veio quase dois anos depois pra me mostrar que aquele manual que a gente escreve mentalmente para um filho, nunca serve para o outro. É isso, não sei bem como terminar esse post rs... Tenham um lindo e abençoado dia por aí! Por aqui, seguimos festejando!

quinta-feira, 16 de junho de 2016

7 ideias para improvisar um cachepô

Eu adoro ter vários tipos de plantas em casa e também adoro presentear com um vasinho de flor. Mas nem consigo encontrar um cachepô bacana e com preço bom para abrigar as plantinhas e o que eu acabo fazendo então? Improvisando, claro! Hoje trouxe para vocês algumas ideias para improvisar um cachepô, para sua casa ou para dar de presente:

 1.Recicle latinhas: fica bacana utilizá-las ao natural (daqui), pintá-las (daqui), ou até mesmo usá-las com o rótulo (daqui).

2. Recicle potes plásticos colando washi tapes (mostrei aqui) ou corte garrafas pets e personalize pintando (DIY aqui)

3. Faça um cachepô de tecido, fica lindo (daqui), ou ainda mais fácil, costure a mão com feltro (mostrei aqui)

4. Eles também ficam lindos feitos em tricô (daqui) ou crochê (daqui)

5. Sabe aquelas xícaras desparceiradas? Então! (daqui), Ou naquele bowl bonito que você ganhou e tem pena de usar na cozinha (daqui)

6. Um saco de juta também pode quebrar um galho e deixar seu arranjo lindo (daqui), você pode apenas embrulhar os vasinhos como fiz nessas mini suculentas (aqui)

7. E por que não papel? Usei papel pardo nessa tulipa que presenteei uma amiga, ou então você pode simplesmente colocar o vasinho de plástico dentro de um saco de pão (daqui)

E aí, gostaram das ideias? Abraço!

terça-feira, 14 de junho de 2016

Pequenos cientistas 20: fazendo um motor homopolar

Para fazer esse motor homopolar simples nós usamos: uma pilha (AA), um pedaço de fio de cobre nu (compramos o encapado e desencapamos), imãs circulares (usamos pequenos imãs de neodímio, que são mais indicados por serem mais fortes). Se quiser faça duas faces de um desenho para girar e fazer uma singela animação.
Coloque os imãs embaixo da pilha no polo negativo. Dobre o fio de cobre conforme a foto acima, na forma de um coração em cima e dobrando as pontas de cada extremidade para dentro. Coloque então o fio de cobre sob a pilha (polo positivo) de modo que as duas pontas dobradas do fio abracem e toquem os imãs. O fio então deve começar a girar em torno da pilha. O motor homopolar funciona através de um campo magnético onde não há mudança de polaridade. Vejam como ficou o nosso:

 Os meninos aqui adoraram! Quem fizer depois conta pra gente se funcionou bem!

quinta-feira, 9 de junho de 2016

5 aplicativos para crianças que gostam de música

Já comentei aqui o quanto considero importante o contato da criança com música, que pode atuar como fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade, e também contribuir para o seu desenvolvimento psicomotor, sócio afetivo, cognitivo e linguístico. Hoje trouxe alguns aplicativos para crianças que gostam de música e querem aprender, ou para as que já aprendem algum instrumento, e querem praticar e exercitar a leitura de partituras e o ritmo.

 Magic Piano (divertido para crianças e adultos)
Você vai tocando a tela com os dedos e reproduzindo a música como se estivesse tocando um piano. É uma brincadeira bacana para adultos e crianças, ótima para melhorar o ritmo e ampliar o repertório musical (ele toca de músicas populares atuais até os clássicos e eruditos). Gratuito e disponível para IOS e Android.

Tuhu Musical
 Esse aplicativo de musicalização infantil é muito bacana e seu repertório é 100% brasileiro, com obras do folclore compiladas por Villa Lobos. Os 3 jogos objetivam o treino do ritmo e da melodia, a apresentação dos instrumentos e a interação harmônica entre eles, e a apresentação das notas musicais. Ideal para crianças a partir de 4 anos. Gratuito e disponível para IOS e Android


GarageBand 
 Meu filho caçula de 8 anos usa na aula de violão e adora esse app, onde numa coleção de instrumentos Touch num estúdio de gravação, você pode criar as músicas que deseja e também se sentir como um DJ com os Live Loops. Ótimo para estimular a criatividade musical, porém é mais apropriado para quem já sabe tocar algum instrumento. Disponível para IOS e custa USD 4.99.


Music Tutor 
Não encontrei classificação indicativa, mas acredito que o público desse app seja para maiores de 6-7 anos que já estão aprendendo música (ou não rs), pois o intuito dele já é pratica da leitura e escrita das notas musicais com exercícios de repetição, e testes de conhecimento básico de teoria musical. Tem uma versão gratuita para IOS e Android.

Toca band - para os pequeninos (2 a 5 anos) 
Assim como o GarageBand, a nele as crianças podem formar sua própria banda mas de uma forma mais lúdica com personagens divertidos com forma de instrumentos musicais. É bem fofo! Gratuito para IOS e R$1,99 n Google Play


Quem souber de mais algum aplicativo de música bacana é só deixar aqui nos comentários! Abraço!

OBS Muito obrigada Profa Shell Colombani pelas dicas!

terça-feira, 7 de junho de 2016

Brincadeira para dias chuvosos (ou não): sinuca de sopro

Com esse friozinho e chuva anda bem difícil sair com as crianças para eles brincarem fora e gastarem energia, não é mesmo? Queria compartilhar com vocês essa brincadeira simples, que fizemos aqui em casa e fez o maior sucesso, e você só precisa de 4 copinhos plásticos, uma bola de ping pong, dois rolos de papel (ou canudos) e fita adesiva para colar os copos na mesa.

Apesar da disposição dos 4 copos em cada canto da mesa, as regras dessa brincadeira não foram nada parecidas com as regras de um jogo de sinuca. Aqui a regra era uma luta de sopros, e ganhava quem acertasse mais vezes a bolinha no copo, em cada rodada. Mas com essa base montada (ou também com os 4 copos em um lado só da mesa), as crianças podem inventar a regra que quiserem, e posso garantir que eles vão se divertir muito, aqui foi uma farra!

Vejam só como foi:
Quem fizer por aí depois me conta! Abraço!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Por que meu filho é louco por Pokémon?

Eu não sabia nada sobre Pokémon, exceto o fato deles evoluírem. E por que mesmo eu sabia disto? Ah sim, porque eu ouvi em algum lugar e achei muito fofa essa peculiaridade rs. 
Pokémon é uma abreviação de “Pocket Monsters” e foi criado por Satoshi Tajiri em 1995. São criaturas ficcionais que os seres humanos capturam e os treinam para lutarem um contra o outro como um esporte. Atualmente, a franquia se estende em jogos, cartas colecionáveis, série de televisão, além de filmes, mangás e brinquedos. 
Meus meninos curtem bastante o desenho, que mostra Ash Ketchum e seu Pikachu em suas aventuras para se tornar um mestre Pokémon (teve até fantasia de carnaval esse ano com o tema, tem DIY aqui e aqui). Mas foi meu caçula quem começou o desejo de colecionar as cartinhas de Pokémon, influenciado pelos amigos da escola. No entanto, tanto ele quanto os amigos não sabiam jogar o card game (TCG), apenas trocavam as cartinhas, ou jogavam de forma errada, ou no estilo “super trunfo.” 

Neste último domingo, a convite da Copag, fomos conferir o Campeonato Nacional de Pokémon em SP, onde os meninos tiveram a oportunidade de participar de um torneio de imprensa e aprenderam a jogar corretamente com um instrutor. No jogo básico os dois adversários desempenham a função de treinadores de Pokémon concorrentes. A cada rodada, esse jogador pode aumentar o poder de ataque de seus Pokémon acrescentando cards Energia a esses Pokémon, jogar cards de Treinador especiais e até mesmo transformar seus Pokémon em formas mais fortes! A meta é vencer os Pokémon do adversário atacando com os seus Pokémon. O site da Copag ensina corretamente o passo a passo do jogo aqui
Achei o campeonato bem bacana, tranquilo, e dá tranquilamente para as crianças participarem (é dividido em categorias). Os meninos aqui adoraram aprender o jogo, agora querem ensinar os amigos que não sabem, e disseram que vão treinar para participar do Campeonato oficial no ano que vem. Soube que o Brasil é o segundo país com maiores inscritos em Nacionais de TCG, e ano que vem divulgarei em nossas redes para todos que quiserem se inscrever. 

E por que eles são loucos por Pokémon? 

“Porque as criaturas evoluem e viram outras mais fortes para combater o adversário” Thierry, 9 anos. Pokémon preferido: Charizard 

“Porque eu adorei no desenho e ideia de ter Pokemon ao invés de animais e quando descobri que tinham as cartinhas e podíamos trocar e batalhar, eu adorei.” Matheo, 8 anos. Pokémon preferido: Pikachu


Entre as mães dos participantes do torneio, brincamos que estamos evoluindo para #pokémães rs. E embora eu continue entendendo muito pouco do jogo, minha simpatia por essas criaturinhas que evoluem, e utilizam diversas energias para realizar seus ataques, expandiu-se notavelmente. 

E aí na sua casa, tem algum louco por Pokémon?

Leia também: Por que meu filho é louco por minecraft?

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