segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Meus votos (e clemência aos pão duros)


Eu tento, mas é difícil uma criatura pão dura como eu sobreviver ao natal... Fulana coloca seu presente numa embalagem linda e tal (para compensar a maravilha do conteúdo, será?), mas escreve seu nome com caneta em cima da caixinha... Assim não dá, gente! Isso desperta rancor no coraçãozinho da parentada que quer aproveitar as embalagens para futuros embrulhos. Bora imprimir etiquetas de natal para facilitar esse processo, além de tudo fica phyno, hein?


Esse site tem vários modelos de etiquetas para imprimir (se conseguir imprimir em papel vergé 180g/m2, fica melhor)


Para completar, cartões vintage de Natal para imprimir aqui

Queridos leitores deste blog

Desejo um Feliz Natal a todos vocês e um 2011 cheio de prosperidade, saúde e amor!
No começo do ano voltamos com a programação anormal e infreqüente . Pensando em novidades para o Fala, Mãe!

Abraço!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Que nem maré

Eu disse lá no blog dela, que queria ganhar a caneca Miss Brasil da La Pomme para tomar meu cappuccino glamour. Então, negociei com o menino Bigu, caçula do clã Brasil, para pegar meu nome no sorteio, e voilà:


E ainda vieram brindes extras, caixinhas foférrimas para encher de guloseimas e presentear no natal.

Sim, porque além de ter um blog querido e divertido que todos amam, essa diva paraense também faz arte da phyna, eu babo nas festas que ela decora.

Tá, não revoltem, mas na semana seguinte ganhei esse livro que queria muito ler, no sorteio da querida Val Gouveia. Amei os filmes de Nárnia, e estou adorando o livro que inclui todas as crônicas. A Val também tem um blog super bacana com boas dicas de livros e assuntos mulherzinha que a gente também ama.


Já te vejo comentar, amigo(a) leitor(a): “Poutz, anda sortuda, hein bem?” Sinto desiludir: estou há meses sem carro porque um caminhão destruiu a traseira do pobre com 15 dias de uso, meu chuveiro queimou, minha diarista me abandonou, meu telefone pifou, ou seja... Com fé ou não, a sorte é cíclica, não desistam que uma hora a maré de sorte vem, e geralmente fica por um tempo, porque tem ela preguicinha de ir embora, não é bom isso rs? Logo mais no fim do mês, enfrentarei com bravura meu anual inferno astral, oremos!

Tenham todos uma semana afortunada!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Precisa-se


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Estávamos assistindo Tv na hora do almoço enquanto as crianças brincavam no tapete. Quando no intervalo comercial passaram os anúncios das vagas da prefeitura (PAT) e anunciam: Precisa-se de cozinheira, eletricista, vendedor e... Papai Noel. No mesmo segundo que meu menino de 4 anos ouviu a última palavra deu um berro com a cara mais indignada que já vi: “Ahnnnnnn?, como assim mãe, precisam de papai Noel? Papai Noel morreu?”

O que fazer minha gente, processo a prefeitura rs?

Um ótimo dia a todos!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Proibido entristecer

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Eu estava triste com um incidente que ocorreu e me sentindo culpada por isso, porque afinal eu tinha mais motivos para sorrir do que para chorar. Aí conversando com minha amiga ela me falou: “Amiga, viva seu luto o quanto precisar, depois se levante”. Então conversando esses dias, lembramos dessa crônica da Martha, e inspiradas, resolvemos também escrever sobre o assunto:

As pessoas aceitam tudo: que você largou o emprego pra viajar de barco pela costa brasileira, que trocou de marido pela 4ª vez, que pintou a fachada da casa de verde limão com bolinhas vermelhas... Mas cair na fossa? Expressar sinais visíveis de pseudo depressão? Ah isso não pode! Principalmente quando isso vem da parte de alguém como eu, metida a engraçadinha. “Mas como fulana tá assim, ela tem uma família tão linda...” Perceba, se você tem alguém feio na família, se mata colega!
Se sou doida? Bem provável, mas acho justo a pessoa ter direito de se jogar na fossa às vezes, pelos motivos mais insignificantes, e igualmente tem o direito de sair dela quando quiser, leve o tempo que for. É lógico que medidas são necessárias se o negócio for patológico, mas vem cá, há casos em que até a fluoxetina chegar você já está pintando as unhas de neon e dançando Lady Gaga com pijama encardido. Mesma coisa quando o negócio se alastra, aí vem uma turminha de amigos tentar te alegrar (“soube que a fulana tá meio down, vamô lá dá uma força”) Aí a galera chega, e você está lá rachando o bico vendo The big bang Theory. Ops, o que fazer? Bota aquela música do Marvin Gaye que eu tento chorar.
É isso, porque vivemos regidos por esse ciclo. Então aceitemos. Prefiro os comuns altos e baixos do que o estado amebal latente, vocês não?

A Glamurosa também escreveu seu post sobre o “direito de entristecer”, passapra ler!
PS: Esse post não é nenhuma apologia a depressão ou coisa parecida, apenas quisemos nos expressar sobre a liberdade dos sentimentos. E por acaso hoje eu to mais pra engraçadinha sarcástica grau 8,5. Abraços

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Relatório faxinal

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Minha diarista me abandonou. Hoho, Feliz natal, madame! Não tive mais como adiar o faxinão por aqui. Faxinão mesmo, porque casa com criança sabe como é? Limpadinha a gente dá todo o dia.
Durante esse árduo encargo da rainha do lar, pensei muito, filosofei, e passei por todas as fases possíveis de enfrentamento:

Fuga e delírio: acho que vou deixar para amanhã, quem sabe não bate na minha porta uma senhora generosa e prestativa, que cobre barato pelo servicinho.
Raiva e aceitação: Não dá mais, vai ter que ser hoje! E num impulso psicótico saí arrancando lençóis de cama, revirando cadeiras, atirando almofadas...
Ira: Aquela pilantra nunca limpou essa janela, tenho certeza, olha isso!
Indagações: preciso tosar essa minha juba! Não é possível que tudo isso seja cabelo meu! Não descarto a hipótese de invasões noturnas sobrenaturais na casa, vai saber...
Clemência: Até que a fulana fazia um trabalho razoável, no fundo era boa pessoa...

Saldo positivo do martírio:
  • casa limpa por duas horas (tempo entre o fim da faxina e a chegada das crianças da escola)
  • 5 Hot wheels desaparecidos foram localizados, e passam bem.
Cynthia vestiu: shortinhos xadrez armado com manchas charmosas de água sanitária, o mesmo eu usava nas faxinas falcatruas na républica da faculdade
Trilha sonora: não rolou pagode, pensando em “she’s a maniac” para a próxima, aceito sugestões...

OBS: Agradeço muito o carinho dos seguidores desse blog, que agora chegaram aos 4 dígitos, juro que não mereço rs, mas fico feliz e o coração é grande, cabe sempre mais um. Muito obrigada, são todos muito benvindos sempre por aqui! Grande abraço!

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