Escrevi algumas vezes, nos primórdios deste ainda desértico blog, sobre minhas experiências traumáticas de tirar as fraldas do meu menino mais velho. Com muita labuta há algum tempo, conseguimos essa proeza diurna, mas ele ainda dorme de fraldas com 4 anos completos (como assim?) Sim, já tentamos acordá-lo durante a noite mas o bichinho nem oscila, e se levamos ao vaso ele não faz xixi, tudo para economizar e deixar pra fazer no quentinho da cama. Pergunta: Mas e os gastos com fraldas, você não quer se livrar? Ô se quero! Mas dominava pelo comodismo e pela praticidade de não ter que secar o colchão na varanda do AP, o que fiz foi decair a qualidade das fraldas que compro. É isso, me processem!
Hoje me cobram por todos os lados se eu não vou tirar as fraldas do mais novo de 2 anos. Devo confessar com um tiquinho de vergonha, que não consigo encontrar estímulos para tal ação. Preguiça minha? Digamos que 50% se atribuam a minha preguiça, outros 30% seja pelo trauma que tive na experiência anterior com o mais velho, e os outros 20%, ah é deles que eu quero falar, da maldita genética...
Bom, eu fiz xixi na cama até os 8 anos. Macumba, chás milagrosos, prêmios como estímulo, minha mãe tentou tudo em vão durante anos. O pior de tudo era o trauma de trazer uma coleguinha pra dormir na sua casa e explicar porque seu colchão fazia barulho quando a gente sentava: era o plástico. E destaque para a garra infantil de levantar super cedo pra poder tomar banho e ficar limpinha para que ela não percebesse nada ao acordar. Sofrido!
Ah, o destino! Esse sempre gostou de me pregar pequenas peças... Anos depois de casada descubro que meu marido também fazia xixi na cama quando criança, e foi até os 9 anos (haha ganhou de mim!) E só ano passado descobri que minha mãe também sofria deste mal na infância (podia contar,né mãe?)
Agora me digam, tem como lutar contra as forças mendelianas da poderosa genética? Só temo ter que inventar histórias estapafúrdias pra futuras namoradinhas freqüentando minha casa...Tá, exagerei...
Para sorrir: Videozinho japonês que ensina a criança usar o toalete (É no mínimo espirituoso. Para traduções, procurem a Elisa ou a Cris rs)







