quinta-feira, 24 de junho de 2010

Sobre fraldas, xixi, e um passado que nos condena

Escrevi algumas vezes, nos primórdios deste ainda desértico blog, sobre minhas experiências traumáticas de tirar as fraldas do meu menino mais velho. Com muita labuta há algum tempo, conseguimos essa proeza diurna, mas ele ainda dorme de fraldas com 4 anos completos (como assim?) Sim, já tentamos acordá-lo durante a noite mas o bichinho nem oscila, e se levamos ao vaso ele não faz xixi, tudo para economizar e deixar pra fazer no quentinho da cama. Pergunta: Mas e os gastos com fraldas, você não quer se livrar? Ô se quero! Mas dominava pelo comodismo e pela praticidade de não ter que secar o colchão na varanda do AP, o que fiz foi decair a qualidade das fraldas que compro. É isso, me processem!

Hoje me cobram por todos os lados se eu não vou tirar as fraldas do mais novo de 2 anos. Devo confessar com um tiquinho de vergonha, que não consigo encontrar estímulos para tal ação. Preguiça minha? Digamos que 50% se atribuam a minha preguiça, outros 30% seja pelo trauma que tive na experiência anterior com o mais velho, e os outros 20%, ah é deles que eu quero falar, da maldita genética...
Bom, eu fiz xixi na cama até os 8 anos. Macumba, chás milagrosos, prêmios como estímulo, minha mãe tentou tudo em vão durante anos. O pior de tudo era o trauma de trazer uma coleguinha pra dormir na sua casa e explicar porque seu colchão fazia barulho quando a gente sentava: era o plástico. E destaque para a garra infantil de levantar super cedo pra poder tomar banho e ficar limpinha para que ela não percebesse nada ao acordar. Sofrido!
Ah, o destino! Esse sempre gostou de me pregar pequenas peças... Anos depois de casada descubro que meu marido também fazia xixi na cama quando criança, e foi até os 9 anos (haha ganhou de mim!) E só ano passado descobri que minha mãe também sofria deste mal na infância (podia contar,né mãe?)

Agora me digam, tem como lutar contra as forças mendelianas da poderosa genética? Só temo ter que inventar histórias estapafúrdias pra futuras namoradinhas freqüentando minha casa...Tá, exagerei...

Para sorrir: Videozinho japonês que ensina a criança usar o toalete (É no mínimo espirituoso. Para traduções, procurem a Elisa ou a Cris rs)

segunda-feira, 21 de junho de 2010

O fim da maldição


Você antigos leitores deste blog, se lembram da maldição que assombrava minha vida? Pois é minha gente, parece que tal infortúnio desta vez chegou ao fim, pois finalmente EU GANHEI UM SORTEIO na net. E acreditem, ganhei logo no sorteio mais bonito, em prol do pequeno Theo. Por conta disto, resolvi me desapegar das mágoas, e fazer de uma vez as pazes com o boneco fofão (não se preocupem porque fiz um raio-X e constatei que esse exemplar não possui objetos cortantes em seu ventre). Agora que a maldição se foi ninguém me segura, viu? Até tele sena comprarei!

Olha que lindo meu prêmio, o porta-retrato de mosaico feito pela talentosa Vero:

Não escolhi a foto ainda, mas fica lindo na minha sala, agora mais colorida

Deixo a músiquinha infame para matarem a saudade (menores de 28 anos me ignorem, ou melhor, me enviem rivotril pelo correio), e desejando uma boa semana a todos!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Adesivo da IStick, eu testei!


Sempre quis ter uma árvore dentro de casa. Coisa de menina da roça que veio morar em apartamento, sabe rs? E quando a IStick me ofereceu um adesivo para testar, fiquei muito feliz, e não tive dúvida em qual modelo escolher: o T’ai mini.

Não vou mentir que fiquei receosa por causa do adesivo ser preto. Sofá marrom, parede amarela, será que iria rolar? Resolvi arriscar...

Para a super missão de aplicar o adesivo, contei com a ajuda da espécie masculina Maridus engenheroides certíssimus. Tá, na verdade foi ele quem aplicou, eu só ajudei... E vem cá, se você tem a ideia marota de chamar o maridão pra aplicar um baita adesivo desses na parede, rapidinho, no intervalinho do jogo, hum... Não rola não, reserve uma tarde porque vai tranqüilo...
A parte de tirar o papel de trás tem que ser feita com muito cuidado, alisando bem com a espátula, ainda mais no caso de modelos cheios de detalhezinhos como esse meu.


Na hora de tirar a parte plástica da parede dá um medão... Dá a impressão de que vai dar tudo errado...


Mas dá tudo certo, e fica lindo!


Encapei essas telinhas de tecido para colocar do outro lado do sofá


E tudo junto ficou assim


Agora uma foto que expressa maior realidade do cenário aqui de casa


E voilà, sala nova! Adorei o resultado, a qualidade do adesivo da IStick é ótima como eu imaginava, parece pintura. Dica: aproveitem para dar uma espiada no blog da IStick que ainda tá rolando uma promoção bacana do dia dos namorados.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

No tempo do São Longuinho

Link
Você costuma dizer por aí que na época que você era criança tudo era tão melhor, não? E que mesmo sem as praticidades tecnológicas de hoje tudo era mais fácil, quase não existiam problemas realmente sérios, e sempre sobrava tempo pra fazer tudo, não é? Bem, isso porque sua memória lúdica te fez o favor de apagar alguns detalhes que oprimiam as crianças num passado não muito distante, e que eu criatura maléfica, vou te relembrar suavemente.

Na escola: Você ia pra escola naquele frio parecendo uma cebola. E na hora do lanche você queria comer seu lanchinho sentada ali, se aquecendo no solzinho, mas não podia... E por quê? Bem, porque se comesse no sol sua boca iria entortar. Fácil prevenir? E se comesse em frente ao espelho? Também entortava a boca. E se o galo cantasse naquele instante? Também entortava. Oh céus, não sei como consegui crescer sem que minha boca tivesse ficado torta, ou será que ficou?
Nessa mesma hora do lanche, você deixou para o último minuto fazer aquele xixi apertado, e quando você vê já dançou: todos os banheiros estão ocupados e só te resta um, a última cabine, aquela que mora a tal loira do banheiro, ou será que era noiva? Até hoje fico imaginando o que rolaria se eu tivesse encontrado a tal da noiva loira do banheiro... Ela me jogaria aquele buquê amaldiçoado e eu jamais teria me casado? Hoje bem capaz que trocássemos dicas sobre novas colorações da Niely gold.

Fazer careta? Jamais, pois esse mesmo galo de outrora poderia inventar de cantar novamente e eu ficaria com a cara torta pro resto da vida. Que vida difícil...

Mas nem tudo era opressor, por exemplo, problemas insolúveis de hoje em dia, antigamente tinham soluções práticas e certeiras. Por exemplo, um terçol no olho era facilmente resolvido se esfregasse um anel de ouro nele, e imediatamente o terçol passava pro olho da viúva mais próxima (sim, não bastava que pobre da vizinha fosse viúva, tinha também que padecer de terçol no olho, afinal...) E problemas de soluço eram facilmente exterminados se te pregassem um tufo de lã na testa, e se fosse com cuspe de mãe era melhor. E previsão do tempo, quem precisava? Se começasse a chover e você colocasse um ovo na janela para Santa Clara, a chuva parava no mesmo instante. Assim, eficaz mesmo! Coisas perdidas? Não existiam se São Longuinho freqüentasse sua casa, que te recuperava tudo por míseros 3 pulinhos. Nunca mais procurei esse santo, mas soube que hoje em dia ele aceita visa, hipercard, e tem até programa de milhagens, caso um dia perca algo muito valioso vale a pena.

Hoje grande... Mentira! Não sou grande porque um primo me pulou quando tinha 10 anos e eu não cresci mais. Tá, hoje adulta, nada de tão abstrato me oprime, a não se o medo que tenho de que o computador quebre ou a internet caia. Como ficaria sem o vício? Nenhum tufo de lã poderia me salvar, então precisaria tomar um copo de manga com leite e acabar logo de vez com essa vida, por sinal nada opressora.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Papo de mdf

Eu adoro caixinhas de mdf, e ultimamente estou numa onda de desmembrá-las. Com a tampa faço quadrinhos:


E a caixinha uso como pequeno nicho, que aliás, é difícil de encontrar pra vender sozinho. Aproveitei e fiz uma pequena morada para minhas bonequinhas Unazukins.


Uma vez a Susi perguntou num post: O que você coleciona? Taí, eu não coleciono nada, mas gostaria de colecionar essas bonequinhas (Tenho 7 anos, oi rs?). Não ficam fofas em bando?

Link

E para completar esse feriadão mdf, a Camila, minha amiga de longa data, está próxima de trazer a Nina ao mundo. Encantada pela escolha de cores da decoração do quartinho, azul e rosa, mandei minha contribuição para a porta do canto da princezinha.



Em clima de azul e rosa, desejo uma boa semana a todos, recuperando energias do pós feriadão.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Estampas do francês

Você já ouviu falar em Robert Le Héros? Trata-se de agência francesa de design, que faz a cabeça dos parisienses com estampas coloridas e orgânicas, presentes em produtos como bolsas, artigos de papelaria, acessórios de decoração, entre outros.


Repararam como as cores e estampas florais remetem um pouco a nossa flora?

Pois é, o francês Laurent Gelis é um apaixonado pelo nosso país (Um francês apaixonado pelo Brasil? Nada raro, hein? Bah oui, nous sommes exotique et nous sommes aimé aussi...)
Tanto é o apreço desse francês pelo Brasil, que resolveu unir o útil ao agradável ao reformar um casarão histórico no bairro de Santa Teresa no Rio, e criar a luxuosa Guest House Casa Amarelo. O charmoso estabelecimento hoteleiro se enquadra perfeitamente na “ Montmartre carioca”, e os pouquíssimos quartos são verdadeiros standards da marca Robert Le Heros, de lacrimejar os olhos de quem gostar de decoração.



A clientela alvo são principalmente estrangeiros, e sim, a diária é condizente com o alto luxo. Mas como diz o velho enredo “sonhar não custa nada,” e admirar esses ambientes inspiradores também não, certo? Para quem gostou das estampas, elas também podem ser encontradas aqui no Brasil nos artigos de papelaria da Papel Craft.

OBS: Hoje acordei chique, amanhã volto pro 1,99 rs...

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...